GFH

Grande Fraternidade Humana da Terra

Nossa História

Em 25 de Abril de 2015, Ernesto Shima reuniu mais de 10 mil trabalhadores da luz para entoar o Decreto da Humanidade. Naquela ocasião, foi oficialmente criado o Manifesto Mundial da União dos Trabalhadores da Luz que deu origem à Obra Social Grande Fraternidade Humana ou Grande Fraternidade Humana da Terra.

No dia do primeiro aniversário da GFH foi encaminhado ao Oficial do Registro de Títulos e Documentos no Cartório de 1º Ofício de Águas Lindas de Goiás a Ata de Fundação da GFH, cujo Estatuto Social foi registrado sob o Nº: R-678, Protocolo 1.996, Livro A-37, Folhas 125 a 155. E, em 26/07/2016 foi oficialmente registrada no Cartório do 2º Oficio de Notas da cidade de Barra do Garças/MT, a Ata de Alteração de Endereço da Sede do GFH, Protocolado sob nº 18348, Livro 10, Registro nº 5329, Livro A-17, Fls 118.

No ato seguinte a GFH foi inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) sob o nº 25.318.828/0001-13, pela Receita Federal do Brasil no dia 27/07/2016, como uma Organização Social – Cód. 330-1 de direito privado, sem fins lucrativos, com atividade principal código número 94.30-8-00 refente às atividades de Associações de defesa de direitos sociais, cumprindo assim todos os procedimentos iniciais para o seu pleno funcionamento de forma legal de acordo com as legislações vigentes no país.

Estatuto Social

A GFH é uma Obra de Solidariedade Universal e exerce suas atividades, por intermédio dos seus Órgãos Constitucionais, sem quaisquer preconceitos e discriminações, sejam de religião, corrente filosófica, ideológica, política, científica, condição socioeconômica, gênero, etnia, orientação sexual, cor, bem como a pessoas portadoras de deficiências – PPDs,

A GRANDE FRATERNIDADE HUMANA (GFH), também denominada GRANDE FRATERNIDADE HUMANA DA TERRA, é uma associação civil de direito privado, beneficente, filantrópica, ambiental, assistencial, educacional, filosófica, recreativa, cultural, esportiva, de proteção e defesa civil, apolítica, apartidária, anti-sectária, ecumênica, espiritual universalista e altruística, sem fins econômicos, de duração indeterminada, fundada em 25 de abril do ano de 2015, na cidade de Águas Lindas de Goiás, Estado de Goiás, Brasil, pelo terapeuta, escritor e instrutor Ernesto Shimabuko. Iniciando suas atividades na data do registro deste ESTATUTO SOCIAL, no órgão competente.
– As expressões GFH, Entidade e Instituição, usadas neste Estatuto, são referentes e equivalentes à denominação Grande Fraternidade Humana e/ou Grande Fraternidade Humana da Terra.
– São domínios de internet registrados, válidos e reconhecidos para os sites da GFH: www.grandefraternidadehumana.org; www.grandefraternidadehumana.com; e www.grandefraternidadehumana.com.br.

  • Incentivar e promover os preceitos do Amor Crístico Universal com o compromisso sagrado de zelar, proteger, sustentar, expandir e difundir a Luz e o Amor em nosso planeta e em todas as relações universais com as quais estivermos interligados através das práticas das corretas relações entre toda a Humanidade, onde todas as ações de pensamentos, sentimentos e atitudes serão regidas pelas Leis Divinas e pela Cosmoética vigente em nosso Universo Manifestado, cujas essências serão sustentadas pelo Amor, Compreensão, Compaixão, Respeito e Misericórdia entre todas as Emanações de Vida em nosso planeta e em todas as esferas de Vida existentes no Plano Universal da Criação, fortalecendo a expansão de nossas consciências até que abarque todas as consciências divinas na totalidade dos reinos da Criação.
  • Postura ética das entidades filiadas, marcadas pelo princípio da cooperação, reciprocidade e justiça;
  • Construção da cidadania;
  • Garantia das liberdades fundamentais da pessoa humana;
  • Compromisso de fidelidade com o estado democrático de direito;
  • Todas as ações da GFH são desenvolvidas tendo por base a Consciência do Cidadão Universal, que visa à promoção do ser em sua totalidade (espírito biopsicossocial).

I. Incentivar iniciativas de promoção humana, social e espiritual, além de promover e preservar a formação cívica, a consciência ética, o patrimônio histórico-cultural e espiritual da Humanidade;
II. prestar assessoria, assistência e apoio, educacional, pedagógico, psicossocial e terapêutico às crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, às suas respectivas famílias e aos seus educadores,
III. criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, escolas e cursos de formação, treinamento, aperfeiçoamento e/ou capacitação para educadores e outros profissionais das áreas de atuação da instituição, para prepará-los para o trabalho visando o desenvolvimento pleno e integral do ser humano, promovendo a valorização do ser humano, o respeito à natureza, aos bens comuns e a integração da comunidade através de atividades, eventos sociais, culturais, educacionais, recreativos, desportivos, filantrópicos, beneficentes e outros, bem como, desenvolver e implantar programas e projetos socieducativos, das mais diversas naturezas, voltados à família e indivíduos (crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos), que venham atender às necessidades locais, nas unidades socieducacionais criadas e/ou mantidas pela GFH;
IV. criar e/ou manter centros comunitários, educacionais e culturais: creches, escolas de educação infantil, de ensino fundamental e médio; ensino superior;
V. criar com seus próprios recursos e/ou em convênio ou parcerias com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, escolas experimentais, escolas especiais com cursos regulares e/ou suplementares de educação regular e/ou especial e/ou de profissionalização para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, priorizando sempre as que se encontram em situação de vulnerabilidade social, buscando oferecer-lhes todas as condições para o desenvolvimento pleno de sua criatividade, habilidades e potencialidades para que possam assim contribuir para a evolução e o progresso da humanidade;
VI. desenvolver sistemas educacionais específicos visando promover além da alfabetização e da educação, o desenvolvimento de toda a criatividade, habilidades e potencialidades e, principalmente, a autossuficiência, o auto respeito, a autoestima e a consciência de cidadania de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos;
VII. implantar estruturas produtivas para a profissionalização através da criação de oficinas de artes, oficinas técnicas, laboratórios, campos de cultivo e outras estruturas apropriadas;
VIII.criar escolas, cursos, palestras e grupos de estudos para a conscientização e orientação dos pais de crianças e adolescentes especiais, superdotados ou com altas habilidades, quanto às características destas crianças e adolescentes, a melhor forma de educá-las e de promover a integração destas na família, escola e comunidade;
IX. articular-se com instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, visando o intercâmbio de ações no interesse das crianças e dos adolescentes especiais, superdotados ou com altas habilidades, de suas famílias e/ou populações carentes;
X. oferecer serviços de proteção social gratuitos e permanentes aos usuários da Assistência Social e a quem dela necessitar, mediante conhecimento dos riscos, das vulnerabilidades sociais e pessoais a que estão sujeitos, de forma planejada, diária e sistemática, não se restringindo apenas à distribuição de bens, benefícios e a encaminhamentos, dando, assim, cumprimento à sua missão: Promover Educação e Cultura, com Espiritualidade, para que haja Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, na formação do Cidadâo Universal;
XI. promover a difusão dos artigos contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, garantindo essas prerrogativas de cada indivíduo, bem como o conscientizando de seus deveres para com a sociedade;
XII. promover estudos e pesquisas visando resgatar, codificar e divulgar os conhecimentos em geral dos povos nativos (indígenas e quilombolas), principalmente na área de xamanismo e medicina nativa e natural, promovendo sempre a defesa e a proteção destes povos nativos e de seus direitos, costumes, culturas, tradições, recursos naturais e de suas formas de subsistência;
XIII.desenvolver projetos e realizar estudos e pesquisas, buscando criar novos conceitos, métodos, técnicas e tecnologias, limpas, alternativas e autossustentáveis, que promovam uma nova consciência, mais humana e em perfeita harmonia com a natureza, nos setores de educação, saúde, terapias alternativas, meio ambiente, moradias e edificações, móveis e utensílios, saneamento básico, produção de energias limpas e/ou de energias renováveis, agricultura natural e orgânica, alimentação natural, vestuário, artesanato, artes e decoração, produção de ervas, plantas medicinais e fitoterápicos e outros, buscando oferecer assim melhores condições para o desenvolvimento das habilidades e potencialidades das crianças, jovens, adultos e idosos, contribuindo para a melhoria do seu bem estar, da sua qualidade de vida e da humanidade em geral.
XIV.promover e desenvolver ações de proteção, preservação, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável; e desenvolver estratégias e tecnologias adequadas para o uso racional e sustentável dos recursos naturais mediante a fomentação e/ou desenvolvimento de estudos, pesquisas e tecnologias que visem à melhoria das condições de saneamento, redução da poluição, conservação, recuperação dos recursos naturais e da qualidade de vida dos seres vivos.
XV. editar, publicar, divulgar e promover obras, livros, coleções, revistas, boletins periódicos, apostilas e outros documentos, por mídia escrita e/ou eletrônica, relativos à sua área de atuação, visando o cumprimento de suas finalidades, para o aprimoramento humano, social, mental, intelectual, moral e espiritual da Humanidade em geral;
XVI.apoiar, manter, promover e divulgar, a critério da Diretoria, as atividades culturais, educacionais, espirituais, morais, filosóficas, científicas e quaisquer outras, exercidas por instituições congêneres, sejam quais forem as religiões, filosofias e ideologias a que estejam vinculadas com base no princípio “mens sana in corpore sano”;
XVII.executar serviços de radiodifusão educativa que lhe forem outorgados pelo Governo Federal, para divulgação de mensagens culturais, informativas, jornalísticas e recreativas, de conformidade com os princípios estatuídos no artigo 221 da Constituição Federal e observados os preceitos do ordenamento jurídico em vigor, de forma a propiciar a consecução dos objetivos desta Instituição;
XVIII.na busca do desenvolvimento social do Ser Humano e das comunidades, pelo prisma dos princípios da Solidariedade Universal e do Espiritualismo, a Grande Fraternidade Humana promoverá fóruns, seminários, palestras e encontros em geral, mantendo, sempre que possível, espaços ecumênicos para esta finalidade;
XIX.Criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, unidades comerciais e de prestação de serviços, como lojas para a venda de produtos naturais e dos produtos hortifrutigranjeiros produzidos pela instituição, lojas para a venda de artesanato e outros produtos produzidos pelos alunos nas oficinas técnicas, de artes, design e fotografia, restaurantes vegetarianos e outras, visando à arrecadação de fundos e recursos para a manutenção da instituição;
XX. promover e incentivar a comercialização justa através da solidariedade entre indivíduos, agregando valor cultural, respeito e princípios humanitários.
XXI.criar, manter e promover clínicas de saúde visando oferecer serviços médicos, terapêuticos, ambulatoriais e odontológicos apropriados;
XXII.implantar programas que promovam ações básicas de saúde e nutrição, para o desenvolvimento integral de crianças, jovens, adultos e idosos.
XXIII.criar e manter, diretamente ou através de convênios e contratos de parceria firmados com instituições públicas e/ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, abrigos para crianças, adolescentes e/ou casas de repouso para idosos, oferecendo-lhes, abrigo, educação e assistência médica, odontológica e terapêutica, visando promover o seu desenvolvimento como cidadãos e a sua integração à sociedade;
XXIV.criar e estimular os seus associados a criarem comunidades rurais autossustentáveis, que funcionarão no sistema de cooperativas onde todos os trabalhos serão executados, prioritariamente, na forma de mutirão com a participação de todos os seus integrantes e voluntários visando à produção de seus próprios produtos e alimentos naturais.
XXV.promover e executar ações de prevenção à calamidades públicas oriundas de desastres naturais, desastres antropogênicos associados a eventos hidrológicos, mudanças climáticas, tempestades (ventanias, raios e granizos),
deslizamentos de encostas, terremotos, tornados, vulcões, estiagem e erosão.
XXVI.contribuir com políticas públicas de desenvolvimento sustentável considerando os perigos existentes e os planos para redução dos riscos;
XXVII.promover a consciência para a redução de exposição a perigos através de capacitação técnica coletiva e/ou individual, através de parcerias com instituições que possam se contrapor a estes perigos e danos;
XXVIII.promover e contribuir com ações emergenciais de enfrentamento de riscosdecorrentes de desastres naturais;
XXIX.participar da Formulação, acompanhamento e avaliação das Políticas e Diretrizes Municipais, Estaduais e Nacional de Proteção e Defesa Civil;
XXX.buscar provimento eficaz e eficiente das ações de Proteção e Defesa Civil, visando o pleno atendimento dos anseios da sociedade para manutenção da normalidade social;
XXXI.promover e intensificar a aproximação com órgãos da Administração Municipal, Estadual e Federal pertinentes, visando integração de esforços, no sentido do exercício de sua representatividade política e jurídica;
XXXII.promover intercâmbio com organizações nacionais e internacionais, visando o aprimoramento através de capacitação técnica de seus integrantes e região;
XXXIII.viabilizar estudos e pesquisas interdisciplinares na área de Prevenção, Preparação, Resposta e Reconstrução das áreas afetadas por calamidades;
XXXIV.apoiar a Coordenação Municipal, Estadual e Nacional de Proteção de Defesa Civil, nas áreas de atendimento a grandes sinistros em âmbito Municipal, Estadual e Nacional;
XXXV.desenvolver ações conjuntas e unificar práticas de sucesso através dos órgãos Municipais, Estaduais e Nacional de Proteção e Defesa Civil;
XXXVI.indicar representantes nos Conselhos, nas Comissões, nos grupos de trabalho, nas Audiências Públicas e outros  eventos promovidos em âmbito Municipal, Estadual e Nacional, nas suas áreas de atuação;
XXXVII.incentivar a preservação, o resgate e o restauro do patrimônio histórico, cultural, paisagístico e ambiental, mediante o aprimoramento, a qualificação e o aperfeiçoamento técnico de artistas e profissionais da área;
XXXVIII. promover, realizar, divulgar pesquisas, estudos, organizar documentação e desenvolver projetos aplicados à promoção, defesa da conservação do patrimônio histórico, artístico, ambiental, paisagístico e cultural material e imaterial, além da promoção de intercâmbio com outras organizações e entidades nacionais e internacionais para a realização de estudos e pesquisas em diversas áreas do saber, relativas às suas atividades, bem como a divulgação turística dos
equipamentos e apoio ao segmento turístico, com a realização de atividades de defesa e promoção;
XXXIX. desenvolver projetos de cunho cultural e artístico em geral podendo, inclusive, promover estudos e pesquisas que objetivem alterar prédios do interesse histórico e artístico nacional, realizando obras de construção ou reforma de acordo
com as exigências do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, emitindo, ainda, certificados que atestem a conservação das características originais dos imóveis;
XL. promover, organizar, produzir, divulgar e participar de eventos e campanhas nacionais e internacionais de apoio e defesa do patrimônio histórico, ambiental e cultural e dos direitos dos povos;
XLI. investimento permanente na qualificação de seus associados nas áreas de ação da GFH, viabilizando a estes últimos benefícios como bolsas de estudo, cursos, participação em eventos, congressos, mostras e festivais de arte e cultura,
viagens de cunho institucional no Brasil e ao exterior, desde que tais investimentos resultem em benefícios à entidade e ao corpo associativo;
XLII. promoção de atividades teatrais e em outros suportes midiáticos (ensaios, apresentações, oficinas, festivais, entre outras) voltadas para o estudo e a difusão pública de textos literários clássicos, contemporâneos e vanguardistas da cultura
universal;
XLIII. o apoio, a colaboração com e a participação em políticas públicas, privadas e mistas, nacionais e internacionais de fomento à leitura e à difusão do conhecimento, por meios próprios ou mediante parcerias, colaborações, contratos, acordos e
convênios com terceiros, em caráter oneroso ou não;
XLIV. o apoio, a colaboração com e a participação em políticas públicas, privadas e mistas, sejam nacionais ou internacionais de fomento ao software livre e de código aberto e ao licenciamento, distribuição e circulação livre de ativos culturais;
XLV. apoio e o fomento a artistas plásticos, atores teatrais, compositores, músicos, fotógrafos, escritores, historiadores, lingüistas, professores e congêneres, mediante projetos colaborativos, propostas de parcerias, convergências em projetos próprios da associação ou fomento, tutela e co-organização de projetos de terceiros e dos membros da GFH.

A GFH desenvolverá, no exercício do ano civil, programas, projetos e campanhas que se façam necessários ao bom atendimento à sociedade e seus associados. Para isto a GFH poderá inclusive:

a) celebrar convênios, acordos e contratos de parceria e/ou cooperação com instituições públicas ou privadas, nacionais e/ou estrangeiras, visando o cumprimento de suas finalidades;
b) estimular sempre a união, a solidariedade, a fraternidade e a participação dos sócios na execução das obras comuns, visando à consecução dos objetivos da instituição. A instituição se manterá sempre nos moldes de uma coletividade, priorizando o trabalho em grupo e sempre que possível, na forma de mutirões;
c) promover campanhas beneficentes e de ajuda humanitária no sentido de colaborar com obras de outras entidades assistenciais e filantrópicas.

Artigo 6º – Será considerado associado todo aquele que, inscrito na GFH por meio de proposta oficial assinada pelo seu proponente e aprovada pela Diretoria, mantenha fiel obediência a este Estatuto, dispondo-se a cumprir as instruções baixadas pelo
Diretor-Presidente e as deliberações da Assembleia-Geral da GFH.
Parágrafo Único – Os associados da GFH serão classificados nas seguintes categorias:
a) Membros Fundadores – são aqueles membros que assinaram a Ata de Fundação e Constituição da Grande Fraternidade Humana;
b) Membros Associados – são as pessoas físicas comprometidas com os princípios, normas e objetivos da GFH, que participam sempre que possível do funcionamento, das Assembleias e das decisões da Instituição, votando e sendo votadas;
c) Sócios Beneméritos – é uma categoria especial de associados composta de pessoas físicas, jurídicas ou entidades que participam com grandes contribuições sistemáticas, grandes benfeitorias ou com doações de valores relevantes para a
manutenção da Instituição; e,
d) Sócios Honorários – são aqueles que eventualmente prestam relevantes serviços à Grande Fraternidade Humana, admitidos como tal por decisão da Assembleia Geral.

Da Admissão
Artigo 7º – É livre a associação de quaisquer pessoas na GFH, cuja admissão será feita mediante requerimento à Diretoria, que deliberará sobre ela.
§ 1º – O quadro social da GFH será composto por um número sem limite de associados, desde que rigorosamente em dia com suas obrigações estatutárias e suas mensalidades.
§ 2º – Para efeito de pagamento de mensalidade, considera-se como pontual aquele efetuado até o último dia do mês em curso.
§ 3º – Os associados serão identificados através de Carteira de Associado, que será emitida pela Secretaria-Geral com prazo de validade de um ano.
§ 4º – Somente aos que se encontrem rigorosamente em dia com suas obrigações estatutárias será concedida a renovação anual da Carteira de Associado.

SEÇÃO II
Da Suspensão, Demissão e Exclusão
Artigo 8º – Constituem motivos de suspensão do exercício de todos os direitos, ou de exclusão do associado, as seguintes infrações, conforme a gravidade dos fatos e mediante a deliberação da Assembleia-Geral:
a) descumprir o Estatuto, as decisões da Assembleia-Geral, as instruções e determinações da Diretoria;
b) utilizar o nome da GFH para qualquer tipo de promoção pessoal ou institucional, exceto nas situações propostas  previamente e aprovadas pela Diretoria;
c) desrespeitar o sagrado ambiente da GFH; e,
d) atrasar o pagamento de uma só de suas mensalidades.
§ 1º – Configura justa causa, para suspensão ou exclusão do associado, incorrer nas faltas acima descritas, mediante devido processo legais a ser julgado pelo Conselho Consultivo e Deliberativo.
§ 2º – Da decisão condenatória proferida pelo Conselho Consultivo e Deliberativo, cabe recurso, no prazo de 5 (cinco) dias da intimação, sem efeito suspensivo, à Diretoria, garantido o voto de desempate ao Diretor-Presidente.
§ 3º – Da decisão absolutória proferida pelo Conselho Consultivo e Deliberativo sempre caberá recurso de ofício à Diretoria.
§ 4º – Iniciado o processo de suspensão ou exclusão do associado, a Secretaria-Geral cancelará automaticamente a Carteira de Associado, mesmo que esteja dentro do prazo de validade, independentemente de notificação prévia, devendo esses
documentos serem recolhidos, imediatamente.
Artigo 9º – O Diretor-Presidente tem plenos e exclusivos poderes, sem prejuízo dos anteriores, para destituir qualquer pessoa da inscrição de associado, afastando-a do convívio da Instituição, quando não houver comportamento digno ou existir procedimento que leve o Diretor-Presidente a perder a confiança nela, a não ser que, reconhecendo o erro, real e  comprovadamente, tal pessoa se reforme, obedecido o disposto no artigo 57 do Código Civil de 2002.

SEÇÃO III
Dos Deveres e Direitos
Artigo 10 – São deveres dos associados, além daqueles que constarem do presente estatuto ou outros títulos:
a) pagar pontualmente a mensalidade a que se haja comprometido;
b) cumprir as disposições deste Estatuto, acatando as decisões da Assembleia-Geral e do Conselho Fiscal, as instruções e as determinações da Diretoria, sob a pena de perder automaticamente todos os seus direitos de associado;
c) preencher inicialmente a Ficha de Cadastro de Associados da GFH prestando todos os dados solicitados;
d) manter sempre atualizados junto à Instituição os seus dados cadastrais, informando imediatamente sobre qualquer alteração ocorrida nos mesmos;
e) colaborar com a administração da instituição fornecendo, sempre que solicitadas, as informações complementares que sejam necessárias à boa administração da instituição;
f) manter sempre a conduta pessoal inatacável, zelando dessa forma pelo bom nome da GFH;
g) ler, estudar, viver e divulgar as publicações da GFH;
h) manter boa conversação, agindo sempre com urbanidade e presteza.
i) colaborar, apoiar e participar, sempre que possível, das atividades da Instituição e da execução das obras comuns, visando à consecução dos objetivos da GFH, conduzindo-se sempre pelo espírito de cordialidade, coletividade, fraternidade,
solidariedade, companheirismo e pautando-se sempre pela ética e pelo respeito e amor ao próximo;
j) trabalhar sempre no sentido de defender, preservar e proteger o planeta, a natureza e todas as formas de vida, principalmente as crianças, os idosos, as populações nativas, a fauna e a flora;
k) abster-se de promover, divulgar ou difundir dentro da instituição, em suas reuniões, eventos, instalações ou entre os associados qualquer ato ou atividade que seja contrária aos objetivos, princípios, filosofia ou projeto da Grande Fraternidade Humana;
l) abster-se de difundir, divulgar, convidar ou arregimentar os associados para outras práticas, projetos ou instituições sem o conhecimento e a devida autorização da direção da GFH;
m) respeitar os objetivos da GFH, abstendo-se de práticas que possam denegrir sua imagem perante a opinião pública geral ou lhe obste o seu regular exercício;
n) abster-se da prática de atos que possam caracterizar promoção pessoal, para si ou para terceiros, utilizando-se do nome, dependências, cargo, função, recursos ou de qualquer patrimônio da GFH;
o) abster-se da prática de atos que possam caracterizar-se como preconceito de etnia, credo, convicção política, nível social ou cultural, sexo ou qualquer outro tipo de preconceito reconhecidamente repugnado pela sociedade em geral;
p) conservar e fazer conservar o patrimônio pertencente da GFH;
q) cumprir e fazer cumprir todos os dispositivos constantes do presente Estatuto;
r) cumprir e fazer cumprir sempre as leis vigentes assim como conservar e fazer conservar os bens públicos e o patrimônio comum;
s) apontar particularmente qualquer falha da Administração, desde que objetive o progresso da GFH.

Artigo 11 – São direitos dos associados, além daqueles que constarem do presente estatuto ou outros títulos:
a) participar das Assembleias Gerais e votar em suas resoluções, desde que com filiação de no mínimo 6 (seis) meses;
b) candidatar-se a qualquer cargo eletivo dentro da instituição e ser votado desde que com tempo de filiação de no mínimo 12 (doze) meses;
c) recorrer à Assembleia Geral contra atos de outras pessoas com cargos administrativos da GFH que lhe venham restringir direitos ou excluí-lo do quadro social;
d) participar de todas as atividades promovidas pela GFH de forma facultativa;
e) receber todos os boletins e comunicações emitidas pela GFH;
f) participar dos cargos da GFH, no âmbito de sua subordinação direta, consoante às disposições do Artigo 13, combinadas com as do Artigo 14;
g) representar a GFH ou qualquer de seus Órgãos, quando devidamente autorizado pelo Diretor-Presidente, em solenidades compatíveis com as finalidades anti-sectárias da Instituição;
h) indicar as instituições que mereçam a visita da GFH, depois dos necessários entendimentos com o(s) respectivo(s) Diretor(es);
i) convidar seus parentes e amigos para os eventos da GFH; ,
j) solicitar seu desligamento do quadro de associados.
Parágrafo Único – Os tempos mínimos de filiação, exigidos nas alíneas “a” e “b” deste artigo, só entrarão em vigência a partir do segundo ano de existência da Grande Fraternidade Humana.

SEÇÃO IV
Das Condições Gerais
Artigo 12 – O uso de títulos e siglas da GFH é proibido aos não associados e aos que não estejam rigorosamente em dia com seus deveres estatutários, sendo exigido dos associados em dia com as suas obrigações estatutárias uma autorização escrita do Diretor-Presidente para que façam uso dos títulos e siglas da GFH.
Artigo 13 – Conquanto filiados à GFH e registrados obrigatoriamente na sua Secretaria-Geral, todos os associados, para gozo de seus direitos e exercício dos deveres que lhes competem, estão imediatamente subordinados aos Órgãos Constitucionais
representativos no respectivo âmbito regional, devendo processar-se normalmente por intermédio desses Órgãos seus relacionamentos sociais com a Instituição.
a) Inexistindo Órgãos Constitucionais, estão os associados diretamente subordinados à Sede Central, e,
b) mesmo havendo Órgão Constitucional da GFH, o Diretor-Presidente, quando julgar necessário, poderá determinar a subordinação direta de qualquer associado à Sede Central.
Artigo 14 – Na forma do disposto no Artigo 24, é assegurado a todo associado, que esteja rigorosamente em dia com seus deveres estatutários, o direito de integrar a Assembleia-Geral, independentemente da subordinação a que se refere o Artigo 13, mas sujeito ao rigoroso cumprimento do Artigo 8º e do Artigo 10 deste Estatuto.
Artigo 15 – A qualidade de associado não é transmissível, quer por ato entre vivos, quer por sucessão.
Artigo 16 – O associado que por qualquer forma deixar de pertencer à Instituição não tem direito a reaver as mensalidades efetuadas, nem as contribuições feitas em benefício da Instituição.
Artigo 17 – Não são nomeáveis para os cargos de direção os associados que, mediante processo, tenham sido removidos dos cargos dirigentes da Instituição ou de qualquer outra congênere, ou ainda de qualquer outra natureza.
Artigo 18 – O associado que ocorrer em atraso com suas mensalidades só poderá atualizá-las mediante justificativa por escrito e sujeita à decisão, também por escrito, do Conselho Administrativo, de acordo com o comportamento do postulante.
§ 1º – Não basta ao postulante voltar a pagar suas mensalidades para retornar ao quadro social da GFH com todos os seus direitos estatutários; é necessário também que ele participe pacífica e assiduamente das atividades em prol da Instituição, com a devida aprovação expressa da Diretoria.
§ 2º – Somente poderão pagar mensalidades aqueles que tiverem suas inscrições aprovadas pela Diretoria. Tal aprovação, tão logo obtida, será comunicada pela Secretaria-Geral da GFH ao Órgão interessado, que anotará imediatamente na ficha do
novo associado.
§ 3º – Também poderão ser readmitidos, no quadro social, em caráter excepcional, a critério do Conselho Consultivo e Deliberativo e em última instância da Assembleia Geral, sócios e/ou membros que anteriormente já tenham pertencido ao quadro de associados e que por alguma razão tenham se desligado da GFH.

GFH Logo oficial

A logomarca foi desenvolvida por Renata Isabel Zimmermann como uma referência artística à simbologia da expansão da Luz, da Harmonia Divina e Espiritual, indicando o contato e a troca energética entre a Fonte Primordial da Criação (Deus), cada ser humano, as emanações de vida existentes no Planeta e em nosso Universo Manifestado. Faz uma analogia ao símbolo do Sol e da Lua, bem como à União entre os Povos com especial atenção e proteção às crianças, adolescentes, idosos, comunidades e populações nativas, visando uma integração plena para a consolidação das Leis Divinas sustentadas pelo Amor, Misericórdia, Compreensão, Compaixão e Respeito através do estabelecimento da Fraternidade entre os Povos e a expansão de todas as consciências divinas na totalidade dos reinos da Criação, em um verdadeiro Movimento pela Paz na Terra.



O Manifesto Mundial


Nossa Equipe


Diretoria Executiva

De acordo com o artigo 41 do Estatuto Social, compete à Diretoria:
a) administrar a Instituição e todos os seus bens, promovendo a prosperidade a que aspira pela realização de suas finalidades;
b) cumprir e fazer cumprir este Estatuto, as Instruções do Diretor-Presidente e as deliberações da Assembleia-Geral;
c) estudar e aprovar os regulamentos que se fizerem necessários à boa ordem e andamento dos serviços e da administração;
d) apresentar anualmente ao Conselho Fiscal o Relatório da Gestão Financeira do exercício anterior, com o competente Balanço Patrimonial;
e) reunir-se sempre que convocada pelo Diretor-Presidente;
f) prestar ao Conselho Fiscal, quando solicitadas, todas as informações de que careçam para o cabal desempenho de suas respectivas funções;
g) organizar o orçamento anual de receita e despesa;
h) autorizar o pagamento das despesas da Grande Fraternidade Humana;
i) zelar pelo bom nome da Instituição, mantendo sempre inatacável conduta pessoal, respeitando as autoridades constituídas e o povo, granjeando para a GFH a simpatia dos órgãos representativos da opinião pública;
j) autorizar, com exclusividade, a transferência de numerário e bens móveis de um órgão da Instituição para outro, respeitada a legislação vigente no país; e,
k) defender o Patrimônio da Grande Fraternidade Humana e zelar por sua integridade.


Ernesto Shima

Ernesto Shima

Diretor Presidente

Empresário, terapeuta de regressão e escritor, graduando em Serviço Social iniciou sua caminhada espiritual ainda na infância.
Atuou como servidor-público no âmbito municipal na Prefeitura de Águas Lindas de Goiás no período de 2013/16 na Escola Municipal Darci Ribeiro (no momento, licenciado do serviço público).
Como médium, seu contato com os mestres da Hierarquia Espiritual inspirou a criação de um blog onde pode compartilhar suas vivências e canalizações.
Há dez anos publica artigos na área da espiritualidade, autoconhecimento e relacionamento humano em diversos canais. Mas foi no Blog Caminhando com o Mestre que dedicou-se para compartilhar suas reflexões.
Desde 1977 atua como terapeuta de vidas passadas, com cura através de terapias vibracionais e orientação espiritual familiar. Em 1992, quando morava no Japão, Shima criou um sistema de cura baseado nas suas próprias experiências.
Há três anos, desenvolve um trabalho de orientação estimulando a busca do autoconhecimento, como um mecanismo de resgate do poder pessoal e profissional, encorajando os participantes a percorrerem o caminho da iluminação.
No ramo empresarial, atuou em vários segmentos, fornecendo consultorias.
É fundador da “Grande Fraternidade Humana da Terra” e proprietário do “Portal Barra do Garças”.


Anaísa Abreu

Anaísa Abreu

Secretária-Geral

Mestre em Reiki Usui, instrutora e estudiosa de diversos temas de espiritualidade, investiga e escreve crônicas e artigos de opinião. Estudou Engenharia Agronômica no ISA – Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Atualmente é Observadora Meteorológica para a Aeronáutica e Responsável de Centro no CMAM, para o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera e Aeroporto da Madeira (FNC), em Portugal.



Renata Zimmermann

Renata Zimmermann

Diretora Executiva

Empresária, Bióloga, Naturoterapeuta e escritora.
Iniciação em diversos sistemas de cura, Mestre nos sistemas Reiki Usui 3B, Karuna Ki 3, Shamballa 4, Gendai Reiki Ho (Shinpiden), Komyo Reiki Kai (Shinpiden), Elenari Healing System, Xamânico e Tibetano.
Atua como produtora de conteúdo (infodados), instrutora, editora-chefe e naturoterapeuta no Instituto Portia, onde é proprietária e Diretora de Criação.
Participou como autora do livro “Mini Enciclopédia da Fauna do Estado de São Paulo” (2013), com o fotógrafo premiado pelo prêmio Jabuti, Ricardo Martins. Co-autora do capítulo “Mamíferos” do livro “A Biologia e Geografia do Vale do Paraíba” (2007). Ensaio literário “Oportunidades” premiado pela FAAP, no livro “A Teoria da Vida”, 2009.
Há dez anos atua na área de Meio ambiente/Gestão ambiental nos três setores.
Experiência em trabalhos de consultoria estratégica para o desenvolvimento, implementação, gestão, suporte e acompanhamento de projetos na área de meio ambiente, políticas ambientais, gerenciamento de resíduos, gestão ambiental, licenciamento ambiental, inventário/monitoramento e resgate de fauna.
Atuou como Docente da Universidade do Vale do Paraíba, no curso de Pós Graduação em Planejamento e Gestão Ambiental (disciplina: Gestão de Impactos Ambientais), nos cursos de Engenharia, nas cadeiras de Auditoria e Gestão Ambiental.
Participação em conselhos municipais e estaduais nas áreas: de Meio ambiente – COMAM e Conselhos Gestores (APA Estadual Sâo Francisco Xavier e UC Municipal de Proteção Integral), Saúde (COMUS) e Enfrentamento à violência infanto-juvenil (CMEVIJ). No período de 2007 a 2009, atuou como conselheira tutelar.
Como pesquisadora atuou na área de conservação: primatas, bem-estar animal, enriquecimento ambiental e manejo de fauna.
Experiência de cinco anos na área de informática (analista de suporte, e-commerce, coach e team leader) atendendo aos funcionários (incluindo VIPs), parceiros e clientesda Embraer em inglês e português.


Ronaldo de Morais

Ronaldo de Morais

Tesoureiro-Geral

Engenheiro Civil pela FESP de São Paulo, atua na CET – Cia de Engenharia de Tráfego de São Paulo. É responsável pela área de Tecnologia da Informação da GFH.



Conselho Consultivo e Deliberativo

Artigo 36 – Ao Conselho Consultivo e Deliberativo competirá:
a) organizar e fiscalizar as eleições para todos os cargos da Instituição;
b) receber as inscrições dos candidatos a cargos eletivos, na forma de chapas ou candidaturas individuais até pelo menos 72 horas antes da eleição;
c) verificar se todos os candidatos inscritos para os cargos eletivos estão em pleno gozo de seus direitos de votar e serem votados, conforme o presente Estatuto, não homologando as candidaturas daqueles que não atenderem o disposto nos artigos 10º e 11º.
d) fiscalizar para que nas Assembleias Gerais não sejam computados os votos dos associados que não tiverem o tempo de filiação estipulado no artigo 11º ou que não estiverem no pleno gozo de seus direitos e deveres dentro da Instituição e também dos sócios honorários e beneméritos, conforme o disposto no artigo 28, parágrafo único, do presente Estatuto;
e) dar posse aos membros eleitos da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal;
f) assessorar a administração, colaborando na tomada de decisões e no seu cumprimento;
g) cumprir e fazer cumprir sempre o presente Estatuto;
h) analisar, avaliar e opinar sobre qualquer alteração do presente Estatuto, alienação ou penhora do patrimônio ou ainda da dissolução da Instituição, antes dos mesmos serem submetidos à aprovação da Assembleia Geral;
i) fiscalizar e zelar para que haja o correto cumprimento das metas e objetivos estabelecidos para a Instituição, apreciando planos, programas e projetos e acompanhando sempre a sua execução;
j) analisar a correta aplicação dos recursos financeiros;
k) avaliar, homologando ou recusando, os pedidos de admissão e readmissão feitos pelos associados, encaminhando os pedidos recusados à Assembleia Geral para a decisão final;
l) avaliar e dar parecer sobre pedido de exclusão, de suspensão e demissão de associados feitos pela Diretoria antes de encaminhar à Assembleia Geral para decisão final;
m) analisar e se pronunciar sobre os recursos que venham a ser apresentados pelos associados contra os atos da Diretoria Executiva, contra outros associados ou como impugnação a qualquer pedido de filiação de associados;
n) decidir sobre a aquisição ou alienação de bens imóveis;
o) decidir sobre a celebração de acordos, convênios ou contratos de parceria, de cooperação e outros;
p) convocar Assembleias ordinárias ou extraordinárias no caso de constatação de irregularidades na gestão da Diretoria Executiva ou Conselho Fiscal ou no caso de demissão, coletiva ou não, omissão ou qualquer impedimento dos mesmos;
q) reunir-se obrigatoriamente pelo menos uma vez por mês para analisar e discutir os problemas e soluções adotadas pela administração e demais setores da Instituição;
r) o Conselho Consultivo e Deliberativo poderá por decisão própria ou quando requerido pelo Conselho Fiscal, membro da Diretoria Executiva, ou ainda, por petição de 20% dos associados, decidir pelo afastamento temporário de qualquer membro da Diretoria Executiva ou do Conselho Fiscal, assim como a suspensão dos seus atos enquanto tal, até que o caso seja julgado pela Assembleia Geral, sendo necessária, neste caso, a aprovação de no mínimo 2/3 (dois terços) dos membros do referido Conselho.
Parágrafo Único – No caso de demissão ou qualquer impedimento de qualquer membro da Diretoria Executiva, o Conselho Consultivo e Deliberativo convocará imediatamente uma eleição, que se fará através de uma Assembleia Geral Extraordinária, para que seja escolhido entre os associados um novo membro que completará o período de mandato do anterior.


Ricardo Abreu

Ricardo Abreu

Presidente do Conselho Consultivo e Deliberativo

Representante Internacional da GFH no continente Europeu, profissionalmente atua como Observador Meteorológico no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (órgão fusão dos setores de Meteorologia, Recursos Biológicos e de Geologia Marítima Europeu). Atuou também no setor hospitalar em Portugal.


Maria Sandra Gomes

Maria Sandra Gomes

Conselheira Administrativa

Atuou nos setores Bancário e de Comércio, bem como Secretária em diversos setores administrativos.
Atualmente é empresária do ramo de Despachantes Documentalistas e Emplacamento de veículos para todo Brasil.



Inês Theis

Inês Theis

Vice-Presidente do Conselho Consultivo e Deliberativo

Terapeuta Holística e Coach, atuante com Biomagnetismo, Reiki, Tarô Quântico e Tarô Terapêutico. Possui especialização em Asanas Multidimensionais, Anatomia do Yoga, Tai Yoga Massagem, Reiki Usui níveis I e II, Mesa Cristlina Metatronica, Mesa Radionica e Massagem com Pedras Quentes.



Conselho Fiscal

De acordo com o artigo 33, compete ao Conselho Fiscal:
a) discutir, votar e aprovar os Relatórios da Gestão Financeira da Diretoria, bem como o Balanço-Geral;
b) estudar, discutir e votar todos os assuntos que, por força deste Estatuto ou por deliberação da Diretoria, forem submetidos à sua apreciação;
c) fiscalizar e acompanhar os atos da Diretoria Executiva e a gestão financeira da Instituição; e
d) examinar e aprovar os balancetes, bem como o balanço anual, ao final de cada exercício que coincidirá com o ano civil, neles emitindo pareceres para serem submetidos à apreciação do Conselho Consultivo e Deliberativo e da Assembleia Geral.
Parágrafo Único – O Diretor-Presidente, a seu exclusivo critério, poderá submeter à Assembleia-Geral da GFH, para ratificação, modificação ou anulação, qualquer proposição do Conselho Fiscal.

Eleni Violante

Eleni Violante

Primeira Conselheira Fiscal

Participante ativa em trabalhos sociais, atua na GFH como instrutora voluntária e em outras entidades como voluntária, como: na ‘Casa do Renal Crônico’ do Instituto de Nefrologia de São Paulo, em creches e no suporte à entrevistas de gestantes.



Embaixadora da Paz – Missão Paz na Terra

Anaísa Abreu

Anaísa Abreu

Embaixadora Internacional da Paz

Mestre em Reiki Usui, instrutora e estudiosa de diversos temas de espiritualidade, investiga e escreve crônicas e artigos de opinião. Estudou Engenharia Agronômica no ISA – Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Atualmente é Observadora Meteorológica para a Aeronáutica e Responsável de Centro no CMAM, para o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera e Aeroporto da Madeira (FNC), em Portugal.


Representantes da GFH – Exterior


Anaísa Abreu

Anaísa Abreu

Representante da África

Mestre em Reiki Usui, instrutora e estudiosa de diversos temas de espiritualidade, investiga e escreve crônicas e artigos de opinião. Estudou Engenharia Agronômica no ISA – Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Atualmente é Observadora Meteorológica para a Aeronáutica e Responsável de Centro no CMAM, para o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera e Aeroporto da Madeira (FNC), em Portugal.


Ricardo Abreu

Ricardo Abreu

Representante de Portugal e da Europa

Representante Internacional da GFH no continente Europeu, profissionalmente atua como Observador Meteorológico no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (órgão fusão dos setores de Meteorologia, Recursos Biológicos e de Geologia Marítima Europeu). Atuou também no setor hospitalar em Portugal.


Representantes da GFH – Brasil


Ronaldo de Morais

Ronaldo de Morais

Coordenador da Região Sudeste

Engenheiro Civil pela FESP de São Paulo, atua na CET – Cia de Engenharia de Tráfego de São Paulo. É responsável pela área de Tecnologia da Informação da GFH.


Inês Theis

Inês Theis

Coordenadora da Região Sul

Terapeuta Holística e Coach, atuante com Biomagnetismo, Reiki, Tarô Quântico e Tarô Terapêutico. Possui especialização em Asanas Multidimensionais, Anatomia do Yoga, Tai Yoga Massagem, Reiki Usui níveis I e II, Mesa Cristlina Metatronica, Mesa Radionica e Massagem com Pedras Quentes.



Maria Sandra Gomes

Maria Sandra Gomes

Coordenadora da Região Nordeste

Atuou nos setores Bancário e de Comércio, bem como Secretária em diversos setores administrativos.
Atualmente é empresária do ramo de Despachantes Documentalistas e Emplacamento de veículos para todo Brasil.